O universo da leitura frequentemente nos surpreende com conexões inesperadas e histórias que tocam de maneira especial. Recentemente, mergulhei na obra “Mochileiro Aprendiz Aventureiro“, de Vicente Zancan Frantz, e o que descobri foi muito mais do que uma simples narrativa de viagens.
Meu primeiro contato com esta obra ocorreu durante uma busca por livros de viagens na web. Adicionei-o ao meu carrinho virtual na livraria Cultura, junto a outros quatro títulos. Para minha surpresa, enquanto os demais livros chegaram em questão de dias, o “Mochileiro Aprendiz Aventureiro” demorou dois meses inteiros. A espera, no entanto, trouxe consigo uma revelação curiosa.
Antes de me aprofundar nas páginas do livro, uma informação na aba capturou minha atenção: o autor, Vicente Zancan Frantz, é natural e residente de Ijuí. Sim, a mesma Ijuí de onde venho. Uma coincidência dessas, surpreendente e deliciosamente inesperada, não é mesmo?
O encontro literário com o livro Mochileiro Aprendiz Aventureiro se revelou muito mais do que uma mera história de viagens. Através das páginas, me identifiquei com muitas situações narradas por Vicente, especialmente em suas aventuras pela Europa, América Central e do Sul. No entanto, o que distingue este livro de tantos outros relatos de viagem é a profundidade das reflexões entrelaçadas com as histórias.
Tião, como Vicente é carinhosamente chamado pelos amigos, não se limita a compartilhar suas experiências. Ele utiliza sua jornada como um pano de fundo para discutir questões sociais e globais. Entre as reflexões presentes no livro, encontramos debates sobre Comunismo x Capitalismo, Terrorismo, Guerras, e Política. Suas histórias e poemas são mais do que relatos de aventura; são um convite para refletir sobre o mundo ao nosso redor.
O autor nos conta que a decisão de embarcar nessa jornada surgiu durante seu 5º semestre de Direito. Ele se sentia confortável o suficiente com sua carreira e acreditava que poderia retomar o conteúdo “esquecido” após seu retorno. A capital inglesa, Londres, foi sua primeira parada e também seu principal ponto de partida para as demais aventuras europeias.
Uma peculiaridade na organização do livro é que os oito primeiros meses de viagem são contados após o retorno de Vicente ao Brasil. A sequência do relato é baseada nas postagens de um blog que ele criou para se comunicar com amigos e familiares.
O texto flui de forma informal e envolvente, e entre as narrativas, somos presenteados com poemas que exprimem as emoções de Vicente em cada etapa de sua jornada.
Para aqueles interessados em se aprofundar mais no universo criado por Vicente, ele mantém um site chamado Pela Paz e uma comunidade no Facebook. Ambos são excelentes recursos para quem deseja saber mais sobre seu trabalho.
Encerro esta análise com uma frase do próprio Tião Vicente: “O universo é nosso! Vamos conhecê-lo.”. E convido a todos a embarcarem nesta leitura inspiradora.
Viajar é uma das experiências mais enriquecedoras que alguém pode ter. Para muitos, a jornada começa bem antes de embarcar no avião, através das palavras de autores que compartilham suas próprias aventuras. Se você é um apaixonado por livros de viagem, tenho algumas sugestões que certamente vão despertar seu espírito aventureiro e acrescentar destinos à sua lista de sonhos.
Estas são apenas algumas das leituras inspiradoras que mergulham em culturas, paisagens e histórias pessoais que transmitem o fascínio da exploração. Então, pegue um bom livro, sonhe com novos horizontes e comece a planejar sua próxima aventura!
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